Coração Partido

Estou indo embora! Foi com essa frase que ela comunicou a ruptura do casamento. Faltavam apenas 6 dias para eles completarem 6 anos juntos. Aliás, ele já havia preparado uma comemoração especial. Foi uma surpresa! Ele está muito abalado, não esperava isso de jeito nenhum, não havia nenhum sinal de que isso pudesse acontecer, ao menos era assim que ele enxergava. Ela comunicou com muita calma, ele, surpreso, indagou o motivo, então ela pacientemente disse – Estou sufocada, preciso respirar, quero estar com meus amigos, não ter hora para chegar, enfim, aproveitar mais a vida. Já com as malas prontas perguntou se poderia pegar emprestado o carro, prometendo devolvê-lo no dia seguinte. Ele apenas entregou as chaves do carro e ouviu o barulho da porta fechando. Chorou copiosamente. Não consegue entender o motivo da partida, dei tudo a ela, quando a conheci ela não tinha nada, nem estudo. Hoje, é formada, conheceu o mundo ao meu lado, entende de gastronomia, de vinhos, mas, o que mais ela pode querer? Já sei, ela tem outro, só pode ser.... Não resistiu ligou para ela e foi logo dizendo – você tem outro! Pode assumir, já sei de tudo. Sim, respondeu ela, como você descobriu? O silêncio se fez presente por alguns longos segundos, então ele disse com a voz trêmula – eu não sabia.
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O mistério da afinidade 
Homens e mulheres... Seres humanos falando a mesma linguagem, mas com inúmeras diferenças.
Era exatamente assim entre eu e você. Nossa amizade nasceu no cursinho, naquele hiato que se dá na vida dos que acabam o colegial e não passam no vestibular. Nesse breve martírio, talvez o único proveito que tenha tirado foi o fato de conhecer essa menina tímida, bonita e muito inteligente. Não me esqueço da incrível revelação que foi para mim o seu descobrimento, daquelas surpresas que nos fazem perguntar “mas onde você estava esse tempo todo?” Me lembro que havia um dia na semana que tínhamos aula o dia inteiro e num desses dias você não apareceu, foi quando te liguei perguntando se havia acontecido algo, e você de bate pronto respondeu: Uma tragédia! Fiquei assustado e indaguei o que era, e você disse: Nasceu uma espinha enorme em meu rosto, não vou no cursinho por uma semana.... Não demorou muito estava tocando a campainha em sua casa, sua espinha, de fato, era grande, mas disse que era praticamente imperceptível (só esqueci de avisar as outras pessoas no cursinho) e te carreguei até lá. Ao adentrarmos à sala de aula, todos perguntavam se aquela bola enorme em sua cara era uma espinha. Não me esqueço do seu olhar fulminante! Hoje, estava caminhando na Av. Paulista quando você me avistou. Foi uma conversa breve, serena, pausada. Uma certa formalidade permeou as frases entrecortadas, as perguntas que tentavam atualizar a distância natural de quem não mais divide a intimidade do cotidiano. Durante uns 5 anos nos víamos quase todos os dias, mas aí, surgiu aquela oportunidade de trabalho na Inglaterra e você partiu. Naquela época a internet estava engatinhando, não existia banda larga, não sei se há desculpa para o nosso distanciamento, mas se houver, aí está ela. Quando você retornou, foi direto ao prédio que residia, mas já não morava mais lá, então você foi atrás de uma amiga em comum, lembra? A Cris, e foi ela que disse que havia me mudado para um condomínio na Granja, mas que não sabia qual, então, o que você fez? Foi em Condomínio por Condomínio daquela região perguntando por meu nome, e não é que me descobriu. Rimos à beça no tempo que vivemos juntos. Claro, tivemos nossos maus momentos e não foram poucos. Mas isso é poeira que o vento já soprou. Quando a vi ali com a medalha de São Bento que havia lhe dado, fiquei emocionado de reencontrar minha cúmplice. Enquanto ela falava fiquei a observando, pensei no mistério que gera a afinidade. Somos muito diferentes e, no entanto, fizemos tantas coisas juntos, coisas que só pessoas que pensam e sentem de modo semelhante podem criar.
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A todos e a cada um

Talvez soe repetido isso que vou escrever, talvez seja continuidade do que comecei dias atrás – sem perceber que antecipava o que viria acontecer. Mas quem disse que alguém, além de mim, se lembra do que escrevi dez dias atrás?
O fato é que o ano está terminando e pessoas que habitaram o meu cotidiano se esvairão, sentirei saudades, posso garantir que foi um ano intenso, conheci algumas pessoas, não sei ao certo quantas dessas permanecerão em minha vida, uma, duas, quem sabe três.
De toda forma, tenho que agradecer a todas essas pessoas que, sem dúvida alguma, tornaram cada dia em um dia especial.
Não existe nada mais poderoso do que certas combinações complementares. O nosso grupo é um excelente exemplo. Sempre quando falta alguém, inevitavelmente, o dia perde um pouco do seu brilho.
É o mesmo que contássemos 9, 8, 7, 5.... OPS, faltou o 6, é isso, imediatamente sentimos sua ausência.
Através do grupo trabalhamos a compreensão sobre o que é o outro, sobre quem são os outros, e o que juntos podem fazer pessoas que se dispõem a misturar sua disposição e criatividade. Trabalhar em grupo é se permitir a não ser você o centro das atenções o tempo todo. Deslocar o eixo do seu interesse e de sua atração para outro pensamento, outra forma de comunicação e, a partir dela, através dela, formular uma nova expressão própria, resultante da informação adquirida.
Assim, numa espécie de corrente, de fluxo e sucessão de entendimento/desentendimento, aceitação e recusa, compreensão e incomunicabilidade, vai sendo criada uma linguagem comum, a voz que traduz o pensamento que não é particular, mas diz e fala sobre todos. Não é fácil, nem sempre é bom, mas, como tudo aquilo em que acredito que seja verdadeiro e humano, se torna poderoso quando é transformador.
Estar diariamente com um bando de amigos é um privilégio. Poder desentender-se sabendo que há um vínculo amoroso que predominará e fará a reconciliação, é uma dádiva. Mas um grupo é sempre um mistério. Por mais que você tenha a intimidade da convivência, nunca desvenda o que habita uma mente e um coração que não seja o seu. Talvez, aí, esteja o segredo, a magia.
Só me resta agradecer a todos vocês. Obrigado pelas palavras, fossem elas amigas, incentivadoras e até mesmo consoladoras, pelo ombro, pelo abraço, pelo sorriso, pela confiança, enfim, pela presença em todos os momentos, inclusive, naqueles em que fui forçado a falar ou a me calar, mas, principalmente, pelos momentos que me foi mostrado o quanto sou especial para cada um de vocês.
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Quando o coração não responde mais

Como foi difícil começar a escrever. Aquele sonho, não sai da minha cabeça. Não consigo distinguir qual é o sentimento que teima em brotar nos meus pensamentos e que tenta me sufocar, mas é um misto de amor, vontade e saudade.
Difícil também, é definir o dia de hoje, não sou capaz de fazê-lo em uma palavra.
Agora, difícil mesmo é compreender o mistério que faz o sucesso de cada encontro. Na verdade, o sucesso e o fracasso caminham lado a lado, não é à toa que dizem que existe uma linha tênue entre eles. Uma palavra fora do contexto... Bum!
Estava caminhando no sentido contrário de tudo aquilo que havia construído, gerando uma dúvida latente, daquelas que a pessoa pára e pensa – Pensei que te conhecia, mas, sério, não sei mais quem é você.
Cada um de nós deve ter vivido a sua própria experiência quando teve que aceitar a dificílima tarefa de digerir uma frustração gigante. Só o tempo suaviza a dor da decepção, se não é que ele apenas nos ensina a deixar o amargor longe dos olhos da memória, trancando-o num cofre.
Quando somos surpreendidos com o súbito desaparecimento de uma glória cujo caminho foi traçado com nitidez pela sugestão de nossos sonhos, acabamos deixando a lacuna da felicidade ausente. Sobra sempre a pergunta descabida, mas ininterrupta do “como isso foi acontecer? Por que comigo?” E o eco das frases sem respostas rebate nas paredes frias das costelas transformadas em grades para o vazio de um corpo que já não sente o pulsar do coração. É como se nosso órgão vital, motor e propulsor deixasse de funcionar.
Tais desastres têm uma importância imensa inversamente proporcional ao tamanho do machucado de seu ferimento.
Após grandes infortúnios somos obrigados a decidir se vamos permitir que nosso coração se abra para futura entrada do calor dos raios de sol, ou se fecharemos a janela para não da margem a dor de outra decepção.
Lembra daqueles olhos verdes? Então, eles me mostram algo diferente do que escuto. Entendo tudo com clareza e perfeição, não é não e ponto final, mas não é isso o que enxergo. Vejo com toda nitidez dois corações parecidos olhando para a evidência de seus destinos cruzados, a se perguntarem sobre a necessidade imperiosa da abdicação.
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Se nos sonhos posso tê-la, então quero dormir para sempre. Porque se algum dia acordar, a realidade poderia não me deixar sonhar mais

Marcamos um novo encontro. Confesso que estava um pouco nervoso. Também não era pra menos, todos os encontros anteriores foram suspensos, ou melhor, interrompidos, por fatores externos. Sentia-me como indo ao encontro com minha primeira namorada. É uma sensação diferente, única, que nos faz enxergar tudo com outros olhos. Desta vez nada poderia dar errado, treinei o texto todo, inclusive, inseri algumas palavras que nem mesmo conhecia seu significado. Tudo para impressioná-la!
Quando cheguei ao local combinado, ela já estava lá, imediatamente o calor tomou conta do meu corpo e o vazio se fez presente por não saber o que falar. Ela estava bela, linda, perfeita, com um vestido roxo, se bem que quando o sol bateu ele parecia violeta, com um colar de pérola e o brinco da mesma cor de seus olhos.
Logo depois dos cumprimentos cordiais, ela passou a falar sobre o dia maravilhoso que estava fazendo e como as pessoas ao redor estavam felizes, mas, confesso que me desliguei por alguns segundos sobre o assunto, pois havia me infiltrado em seus olhos verdes, que são lindos, lindo como o quê? Não há nada para comparar, são de uma beleza rara, difícil de encontrar. São verdes... Verdes como quê? Verdes como a natureza, que fez lindo o teu olhar... Esse verde de rara beleza, Esse verde de encantar... O verde, Que deu origem a outras cores. Teus olhos são brilhantes... Brilhantes como quê? É difícil explicar... São como diamantes, que estão sempre a brilhar... São duas estrelas cintilantes, que ninguém pode vê-las, sem logo se apaixonar. Teus olhos verdes, Não servem só para olhar... Eles têm duas funções: Servem para ver... E para encantar... meu coração que o diga. São uma obra perfeita, uma obra capaz de apaixonar qualquer rapaz... Essa obra da natureza, uma obra feita, De modo a condizer, Com toda a tua beleza. Teus olhos falam... Dizem qualquer coisa... Mas em linguagem silenciosa, que causa uma estranha sensação... Uma linguagem que não se ouve, Mas sente-se no coração... Uma linguagem estranha, Que provoca emoção... Uma linguagem que não fala de tristezas nem de dor...
Conversamos bastante, nada, nem ninguém, nos atrapalhou, parecia que tudo conspirava a nosso favor. Ela falou coisas lindíssimas, sobre a amizade, o amor, a paixão, alma gêmea e até mesmo sobre reencarnação. Nos identificamos bastante, a conversa fluía naturalmente. Por um momento pensei ter ouvido dizê-la "por que você não apareceu noutro momento", mas ao interpelá-la ela disse ter perguntado sobre o meu momento atual.
Não importa, o fato é que estávamos nos entendendo como nunca, nos tocávamos o tempo todo, havia uma corrente de energia transbordando.
Começamos a caminhar, ao passar por um floricultura, resolvi entrar e presenteá-la. O dono da floricultura que devia ter uns 64 anos, colocou suas mãos em meus ombros e disse:
Pensa! O pensamento tem poder. Mas não adianta só pensar. Você também tem que dizer! Diz! Porque as palavras têm poder. Mas não adianta só dizer. Você também tem que fazer! Faz! Porque você só vai saber se o final vai ser feliz depois que tudo acontecer."
Aquelas palavras me cobriram de confiança, foi então que quando me dei conta já a tinha em meus braços, sem dizer uma só palavra, apenas olhava em seus olhos, não haviam palavras para descrever tamanho sentimento, apenas consegui dizer:
-Tão grande é minha paixão agora que não penso em nada mais a não ser nossos lábios se tocando. Toquei seu rosto, toquei o rosto de um anjo, ela fechou os olhos, parecia adormecer com minhas mãos em seu rosto, tocava seus cabelos, minhas mãos dançavam em seu rosto, até chegar à sua boca, senti seu coração bater mais rápido, me aproximei de seu rosto e pude sentir sua respiração, meu coração batia mais rápido e, por alguns instantes lembrei-me do tempo em que sinto esta paixão dominando minha mente. Nem mesmo me lembrava, o tempo se apagou no meio de meus sentimentos, mas não apagou a paixão fulminante que cada vez mais consumia minha alma. Passava noites em claro recitando seu nome, chorava em silêncio por não tê-la comigo. E esta paixão crescia tanto que tive que contá-la, ou morreria na eterna angustia de não me expressar. Subitamente eu despertei de minhas lembranças e me vi frente a frente com seu rosto. Tão grande era a paixão e a felicidade que me consumiam ao vê-la se aproximando com um largo e lindo sorriso e, sussurrou em meus ouvidos - Ei, acorde, isso é apenas um sonho
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Quando se tem um amigo ou uma grande paixão, ambos sentimentos coexistem dentro do seu coração

Saí do nosso encontro com a sensação de que tudo que eu disse não era pra ser dito e tudo que eu gostaria de dizer ficou engasgado.
Mas, não é para menos, ignorei todos os sinais, logo eu! Que erro primário.
Bom, agora não adianta mais, pois o passado não volta, apenas serve de lição para refletir, jamais para repetir.
O fato é que estava cheio de idéias na cabeça, então, solicitei que lesse esse texto. Ocorre, que as idéias se foram. Na verdade, até que escrevi bastante coisa, mas nada representativo, que merecesse sua atenção, talvez algumas frase impactuosas apenas para alimentar meu ego.
Com a auto-estima patinando entre dois extremos, sinto-me estranho. Sei, que hoje será mais um dia de procura das interrogações nas infinitas brechas das exclamações?!
Hoje é daqueles dias que você fica na janela o tempo todo, passa carro, passa gente, mas não passa o tempo.
Desculpa por não conseguir dizer nada!
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Isso que dá não falar a língua dos nativos

Quando os conquistadores ingleses chegaram a Australia, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo (os aborigenes australianos eram extremamente pacíficos) e perguntaram qual o nome do animal. O índio sempre repetia "Kan Ghu Ru", e portanto o adaptaram ao inglês, "kanguroo" (canguru). Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer "Não te entendo".
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Você sabia que

111,111,111 x 111,111,111 = 12,345,678,987,654,321
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Curiosidade

Mateus 19:24
E, outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.
Existe uma interpretação e outra conclusão.
Interpretação:
Agulha naquela época eram entradas que existiam nos muros que protegiam as cidades e por onde passavam as pessoas, mas para passar animais como camelos, era muito difícil. Era preciso fazê-lo agachar-se e empurrá-lo. E daí surgiu a expressão.
Conclusão:
São Jerônimo, o tradutor do texto, interpretou a palavra "kamelos" como camelo, quando na verdade, em grego, "kamelos" significa as cordas grossas com que se amarram os barcos. Neste caso, a idéia da frase continua a mesma.
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Esse mundo animal...

Devido à falta de chances na sociedade, uma gaivota resolveu entrar na vida do crime. Com freqüência, ela tem sido flagrada roubando sacos de salgadinhos de uma loja da cidade de Aberdeen, na Escócia. Quando o lojista deixa a porta aberta, o pássaro entra e invariavelmente sai com um saco de Doritos sabor queijo.
O pássaro ficou famoso na cidade e ganhou o nome de Sam. Os moradores até pagam pelos salgadinhos roubados.
Esse mundo animal está me deixando perplexo!
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Pássaro Lalau

Essa é boa!!! Um Pássaro agarra uma nota de dinheiro que foi doada ao zoológico de Bancoc para melhorar as condições de tratamento dos animais, acho que ele não estava acreditando que o dinheiro seria usado para essa finalidade rs..
Há quem diga que esse pássaro viveu grande parte de sua vida em uma gaiola, e que seu dono era um político.
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Dito popular

O dito popular diz que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar.
Vai dizer isso para o americano que foi atingido pela segunda vez por um raio
Ele estava em um festival a céu aberto, em Hamlin, Pensilvânia, quando começou uma tempestade e ele se refugiou em um abrigo com outras seis pessoas. O raio atingiou o chão e enviou carga elétrica até Frick.
"Me jogou contra uma parede", contou ele. "Quando eu me dei conta da situação e percebi que estava vivo, pensei: tenho muita sorte", disse ele à TV Sky News. Nenhuma das outras pessoas que estavam junto com ele tiveram ferimentos graves.
No primeiro episódio com raio, Frick estava dirigindo um trailer quando a antena foi atingida por um raio, deixando-o com ferimentos no lado esquerdo por semanas.
Antes de contestarem minha informação dizendo que o raio não caiu no mesmo lugar, mas, sim na mesma pessoa, é bom que se esclareça que esse fenômeno já aconteceu na plataforma de lançamento onde se encontrava o ônibus espacial Atlantis.
Resumo da história. O raio cai duas vezes no mesmo lugar. O dito popular não passa de um dito.
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Já na Inglaterra...

Na Inglaterra, um ladrão roubou a cartola de um mágico, ainda com o coelho dentro. Durante o espetáculo, num momento em que o mágico retirou-se para uma pausa, uma pessoa subiu ao palco e pegou a cartola do mágico. O público que observou o furto, pensou tratar-se de alguém que fazia parte da apresentação. Dentro da cartola estava o coelho Georgina.
Depois que perceberam realmente o que havia ocorrido, algumas pessoas tentaram em vão localizar o ladrão, mas, como num passe de mágica, ele desapareceu.
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Mágica às avessas

Na semana passada, um turista que passeava em Campos do Jordão, se rendeu ao apelo do mágico e subiu no palco para participar de uma mágica. Entretanto, dez minutos depois de participar do “truque”, o turista sentiu falta de seu relógio de ouro. A sorte do turista foi que o mágico, apesar de mostrar habilidade e desenvoltura na realização da “mágica”, não demonstrou a mesma inteligência ao levar o relógio em uma joalheira para ser avaliado. O lojista que o atendeu, desconfiou, e não hesitou em chamar a polícia.
Diz aí, você não pensou que já havia visto de tudo? Eu também!
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Tapume ou Tatame

Ao receber atletas que disputarão o Pan na categoria de Judô, referindo-se ao mais franzino, o Presidente Lula em um "lapsus linguae" comentou com seu auxiliar “esse aí até eu derrotaria no tapume”.
Com todo respeito, nem no tatame o Presidente teria alguma chance, já que o judoca a quem se referia é um dos mais cotados a ganhar medalha.
Agora, antes que o Presidente seja acusado de mais uma pérola, vou reproduzir uma reportagem que saiu no portal do UOL:
“O Rio de Janeiro entrou em sua semana final de preparação para os Jogos Pan-Americanos com a maioria de suas instalações ainda envoltas por tapumes e poeira. É o resultado da movimentação contínua de operários, que ainda trabalham para deixar o evento pronto para a sexta-feira.”
Provavelmente, o Presidente acredita que o orçamento de R$ 4 bilhões destinado às obras do Pan seja insuficiente, fazendo com que os lutadores de judô tenham que se enfrentar em cima de um tapume.
Creio que nessa luta, até o homem aranha teria dificuldade.
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